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quarta-feira, 3 de outubro de 2007

Sobre perspectivas para o ócio (e garantir o dia)

Hoje eu não tenho aula. Legal, né?

Antes que me encham, é claro que curto a faculdade e tal, mas de vez em quando é bom dar uma respirada, saber que você não tem compromisso nenhum!

Não sei quanto a vocês, mas uma coisa interessante acontece sempre que eu tenho uma folguinha ou entro de férias. É que eu começo a ter perspectivas sobre o ócio! Basicamente uma listagem mental das coisas bacanas e construtivas (ou não) que eu posso fazer: Caramba, finalmente vou...

... assistir aqueles dvds emprestados!

... ler aquele livro que parece ser ultra-phoda! (me encarando na estante desde que o comprei, há uns seis meses ou mais...)

... baixar aquele seriado que me recomendam há um tempão!

... tocar um violãozinho, pra não enferrujar.

... planejar aquela festinha / viagem de boa com a galera!

... fazer uma faxina revolucionária no meu quarto! (no fundo, uma desculpa pra desenterrar coisinhas que tragam lembranças nostálgicas, além de desenterrar as boas idéias que acabam relegadas ao fundo da gaveta)

Dentre outras mil e uma possibilidades, dentre as quais, é claro:

... dar uma atenção especial pro meu zóide, o Blog!

Acho que vocês são espertinhos o bastante para deduzirem qual é a conclusão de todo esse turbilhão de pensamentos. Mas, de boa, hoje estou disposto a entregar o ouro: É ÓBVIO QUE NUNCA DÁ PRA FAZER NEM 10 % DO QUE EU GOSTARIA. O que não significa insatisfação ou depressão quando o bicho da rotina volta a pegar. Talvez, simplesmente, uma vontade danada de ter um pouco mais de foco...

Isso! Foco é um negócio que funciona “bagarái”. O duro é escolher no que você quer se concentrar quando há um mundo tão colorido de oportunidades à sua frente.

Ontem, eu fiz um compromisso comigo mesmo:

“Amanhã tenho que postar no blog, véio (off: esse sou eu falando comigo mesmo). Putz, não posso mais enrolar! O último foi na sexta. E o lance que você queria de postar pelo menos umas quatro vezes por semana, hein? Brio na cara, brotha!”

Hoje acordei subitamente, ofegante, por causa de um pesadelo esquisito. Tava um caco. Enrolei mais um pouco na cama, a fim de cumprir as minhas oito horas de jornada sonífera a que me dei o direito. Não serviu pra muita coisa. Mesmo assim, 10h15 levantei, tomei meu cafezinho e, mesmo sem muita disposição, saí pra academia. Pensei que, com isso, talvez minha cabeça clareasse um pouco e eu pudesse ter alguma idéia sobre o que escrever mais tarde. Para ajudar no processo, fui escutando o último podcast do RadarPop. Falaram de webtv, privacidade na era digital, mash-ups, Lost, Heroes e de uma banda interessante, com o curioso nome !!!(isso mesmo, três pontos de exclamação, ou chk chk chk, para os gringófilos). Tudo muito interessante. Dava para tirar altas pautas só disso aí para postar no Blogzóide.

Mas eu ainda não tinha me decidido. Então depois do almoço assisti o segundo episódio de Heroes, baixei um pouco de 24 horas, li todas as notícias e mais umas 5 críticas de filmes no Omelete, li as últimas postagem no blog do Fábio Yabu (e mais umas duas antigas), enrolei no orkut, entrei no Jovem Nerd Store para ver se o livro que eu queria tinha chegado, procurei cifras do Mars Volta, li meus e-mails, assiti a entrevista completa d’Os Seminovos no YouTube, e emendei mais uns videozinhos. Ah! Também li sobre os hemisférios cerebrais e a diferença entre quem tem predominância entre o lado esquerdo ou direito (eu tava doido pra arranjar uma desculpa pra colocar esta imagem aqui!) .

Afinal, a moça está girando em que sentido, horário ou anti-horário?

De repente, já eram mais de 19hs. Em uma das abas do meu Firefox, a página de “nova postagem” do blog estava aberta desde as 13h. Mas a grande questão permanecia: escrever sobre o quê?

sexta-feira, 28 de setembro de 2007

Heroes - 2ª Temporada


É claro que eu não podia deixar de comentar aqui sobre a estréia de Heroes: Generations. A série reestreou essa semana nos Stazunids, com o episódio Four Months Later (ou Quatro Meses Depois), e narra o que aconteceu com nossos heróis depois do esquisitíssimo desfecho do primeiro arco de histórias.

Four Months Later, como sugere o título, possui seu foco no desenrolar da vida de cada um dos personagens. Apresenta novas situações e personagens, balanceando a narrativa dos vários núcleos. Não é, certamente, um episódio excepcional ou com revelações bombásticas. Mesmo assim, trata-se de uma estréia coesa e bem dirigida, que deixa no espectador aquela saudável pontinha de ansiedade e curiosidade com o desenrolar da saga. Principalmente com alguns mistérios que surgem no final (Não. Não conto).

Enfim, se você já conhece Heroes, e ainda não viu o episódio, recomendo que faça como eu já disse no post anterior, e viaje toda semana para acompanhar a temporada nos EUA. Para quem não entendeu a piada ou simplesmente ainda não assistiu esse divertidíssimo seriado (ou os dois), simplesmente pare de enrolar, clique aqui, aqui ou pergunte para este cara, e seja feliz!