As expressões "nova era" e "momento histórico" nunca estiveram tão presentes nos diários de notícias. Antigamente, serviam para que historiadores olhassem para o passado e assinalassem um conjunto de fatos que realmente causaram um impacto relevante em uma sociedade. Algo que poderia se observar nos acontecimentos POSTERIORES.
Mas objetividade é coisa do passado quando o assunto é exorcizar Bush, eleito pela imprensa como senhor das trevas e personificação de todos os males do mundo. Por isso, dá-lhe risonhos jornalistas que se auto-proclamam arautos da imparcialidade, mas acabam fazendo o papel de bardos da mudança (CH-CH-CHAAAAANGE!!), anunciando as qualidades lendárias de um personagem mítico. Do qual, aliás, efetivamente pouco se sabe e que sequer foi posto à prova. Mas e daí, né? O cara tem carisma, fala muito bem e é negro! Taí três características objetivas que definem a competência (futura) de um chefe de estado.
Sem mais delongas, confira algumas charges que remetem ao saudável e combalido exercício do ceticismo jornalístico:
- Obama é oficialmente o presidente! Cadê a música? As borboletas? Os azulões? PORQUE NÃO É PRIMAVERA?(por Dana Summers)
- Agora que você fez o juramento como presidente, você poderia nos contar logo... Quem é você?(por Ed Gamble)
- Repita depois de mim, eu, Barack Hussein Obama...- Psst... Você sabia que esse livro é sobre mim?
(por Gary McCoy)
